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Análise | Death Stranding Director’s Cut

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Death-Stranding

Death Stranding Director’s Cut é a nova versão do jogo lançado para o PS5 e traz grandes novidades e melhorias que o jogo precisava para atrair novos jogadores, como novas missões, equipamentos e uso especial do Dualsense.

Death Stranding, na época de seu lançamento, sofreu uma repercussão mista entre os jogadores não só por ser uma história complexa e com várias reviravoltas, mas também pela extensão do mundo aberto e o reflexo no tempo para entregar os pacotes. Depois dessas críticas, o idealizador Hideo Kojima implementou mudanças significativas para que o jogo fosse uma versão bem melhorada em relação à original. 

Nessa análise vamos tratar exclusivamente das melhorias feitas nesta versão do diretor, não vamos aprofundar na história por ser a mesma da versão original, cuja análise você pode conferir aqui.
Death Stranding Director's Cut

Como eu consigo a versão do diretor?

Death Stranding Director’s Cut pode ser obtida de duas maneiras: quem já possui o jogo, pode fazer upgrade para a nova geração gastando apenas R$50,90; quem não possui, pode comprar a versão completa no valor de R$249,90. 

O jogo permite que você use o save anterior do PS4 para continuar a aventura no PS5. Diferente da versão do diretor de Ghost of Tsushima, que trouxe um DLC e não mexeu na estrutura do jogo e um upgrade bem mais em conta, a versão Death Stranding Director’s Cut mexeu também em um  ponto importante na jogabilidade que muitos usuários reclamavam, o tal “walk simulation” onde ficávamos muito tempo realizando entregas em cenários gigantescos e quase nada de ação. Death-Stranding-2
A Kojima Production refinou muitas partes necessárias. Uma das grandes adições é a possibilidade de calcular a melhor rota para fazer a entrega. Ao acessar o menu, é possível escolher entre o caminho mais perigoso e curto, ou o caminho longo sem muito risco. Isso ajuda bastante a não ficar perdido no jogo. 

Cordas e bastão

O conceito de Death Stranding é que as cordas unem e o bastão afasta o mal. Esse conceito é levado muito a sério no jogo. Durante a jornada é possível compartilhar mensagens com outros jogadores, dando dicas de locais, itens e criando estruturas para que outros possam utilizá-los. Tudo isso é recompensado com likes que ajudam no desenvolvimento do personagem. 

Na nova versão ficou mais rápido o jogador acessar as opções de construção que facilitam as entregas, como a catapulta, que permite arremessar os objetos pelos ares e a rampa quiral que o Sam pode usar para entregar rapidamente com a moto ou a pé. Caso queira brincar um pouco mais, Sam pode fazer manobras iradas com a moto. Os robôs de entrega ganharam mais destaque nessa versão e agora acompanham o Sam na entrega de carga. Eles servem para fazer entrega automática, sem a necessidade do jogador controlá-lo. É uma ótima pedida para descansar um pouco, mas reflete na pontuação mais baixa.
O jogo acaba ficando mais divertido e menos tenso em comparação à versão original em que tudo era demorado demais para acontecer. O ponto social funciona melhor nessa versão. É fácil receber likes por mudanças feitas no mapa pelos jogadores.

Além disso, é possível visitar o campo de tiro, que permite melhorar a sua mira e precisão e experimentar várias armas. O game recebeu uma nova arma, a Maser Gun, que dá um choque à distância nos ladrões de carga, fazendo-os ficarem desacordados.  

Outro extra interessante é a pista de corrida, onde o Sam literalmente entra em uma competição de corrida podendo escolher vários veículos para se divertir. 

Uma nova missão para o Sam 

Death Stranding Director’s Cut tem uma missão extra que fica em uma fábrica abandonada na costa Leste da UCA. O cenário da fábrica é pós-apocalíptico e aprofunda um pouco sobre os experimentos do BBs. A história é interessante para o contexto geral do jogo, mas com pouco mais de 1 hora é possível finalizar. Essa missão só pode ser acessada após avançar bem na história principal do jogo.

Jogo digno do PS5

Death Stranding Director’s Cut é um jogo digno do PS5. O game traz grandes novidades para a nova geração, como o uso do som 3D que deixa o jogador mais imersivo no game. Podemos, inclusive, escolher uma faixa de música para escutar na caminhada, algumas inéditas nessa versão. 

O Controle dualsense com gatilhos adaptáveis no momento de combate, permite que cada arma tenha uma sensação diferente ao ser disparada. A vibração do controle muda de acordo com o terreno em que estamos, demonstrando o capricho enorme da Kojima Production. Vale ressaltar que o jogo no PS5 roda a 60fps e 4k e praticamente zero tela de carregamento pelo uso do SSD. O jogo está usando tudo que há de melhor na nova geração.  

Death Stranding Director’s Cut vale a pena?

Death Stranding Director’s Cut é uma versão muito caprichada do original. O game sofreu mudanças necessárias para torná-lo mais atrativo, com a qualidade impecável das animações e bom uso do dualsense. Quem possui a versão original, vale muito a pena pagar pouco por essa quantidade de novidades. E para quem nunca jogou, talvez seja uma boa oportunidade para conhecer a história de Sam Bridges.

Esta Análise foi feito com uma cópia cedida pela Sony

 


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Publicado em 24 de setembro de 2021 às 12:12h.
2021-09-24 12:12:54